Mostrar mensagens com a etiqueta barracas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta barracas. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, agosto 12, 2013

Barracas de Kris

Segunda feira de manhã, pegar na mota, ir a caminho do trabalho, sentimento estranho:

"O motor hoje está com um barulho esquisito"

Lá contínuo eu rua abaixo, eis senão quando graças ao vento o cabelo me bate na cara... espera... cabelo?

"OK.... saí de casa sem capacete." Toca de estacionar a mota e voltar para trás a pé para ir buscar o dito cujo.

Segunda feira...

PS: o desenho acima, foi uma imagem muito fofinha que o Sakana desenhou em 2009 que visava retratar eu e o meu capacete (novo na altura)

domingo, abril 14, 2013

Não sou só eu que dou barracas

Image and video hosting by TinyPic
No edifício onde trabalho as casas de banho são partilhadas por várias empresas que estão alojadas nesse edifício. Cada uma contém lá dentro 4 cabines individuais, mas daquelas em que as portas são abertas por cima e em baixo, ou seja, literalmente... ouve-se tudo.

Estava eu numa das casas de banho, ouço alguém entrar para a do lado e passados uns segundos mais outra pessoa entra e pergunta:

- Cristina, estás aí? (era uma colega minha)
- Errrrr... sim -  respondo eu estranhando a questão, dado que tinha ouvido que mais outra pessoa se encontrava ali ao lado e nós só costumamos falar em tal espaço, quando não há mais ninguém a ouvir.

Mas como a minha colega não reparou, entra para outra das cabines e diz:

- Não achas que o Fonseca está muito mais antipático? Ele agora passa por mim e já não diz nada.

- Ó Joana, eu acho que nós não estamos sozinhas...

Mais uns segundos e ouve-se da outra cabine:

Joana, fica descansada que eu não sei quem é o Fonseca - tratava-se de uma senhora que trabalha noutra empresa, nesse momento eu respirei fundo, ufa...



Nota: os nomes nesta história foram alterados para manter o anonimato.

segunda-feira, março 18, 2013

A morte social da Kris

Image and video hosting by TinyPic
 Hoje, segundo a Rádio Comercial, era dia de contar um momento embaraçoso, curiosamente ontem tinha estado a falar das minhas maiores vergonhas e de momentos embaraçosos. Por isso hoje deixo aqui o relato daquele episódio que foi apelidado como "A Morte Social da Kris".

O episódio passou-se numa festa de anos de um amigo meu, em casa dos pais deste, descrevendo o cenário posso dizer que a casa é daquelas que está super bem decorada e toda XPTO, ou seja, daqueles sítios onde a última coisa que queremos fazer é partir um prato.

O almoço/lanche era fondue e a certa altura, a boa da Kris lembra-se de abrir uma garrafa de ketchup, garrafa essa que ainda se encontrava por abrir, desenrosquei a tampa e puxo a proteção de plástico que se encontrava à volta do gargalo da garrafa e eis que nesse momento... puff fez-se o chocapic.

A garrafa "rebentou", não literalmente, mas houve explosão de ketchup por todo o lado, na minha cara, na roupa, corri para a casa de banho e agradeci o ketchup não ser picante enquanto lavava os olhos, quando volto à sala...estava a "tenda montada": havia ketchup na toalha, nos doces, enfim espalhado por toda a mesa e o pior... no teto.

Fartei-me de pedir desculpa, limpei o que pude, enfiei a cara no prato (pode-se dier que mesmo depois de limpar o ketchup da cara, continuei vermelha que nem um tomate), acabei de comer o que tinha e depois mudei-me para o sofá e não saí de lá a tarde toda.

Mas giro, giro, foi um mês depois aquando do meu aniversário, recebo um envelope laranja da Fnac e quando abro... tchanammmmm: lá estava A Garrafa de Ketchup (hoje ainda estou curiosa como conseguiram convencer a senhora da Fnac a embrulhar uma garrafa de ketchup).

Anos depois, quando me vê o Subtil ainda me diz "ainda há ketchup no teto" e eu volto a ficar corada como se tivesse sido ontem...

E assim foi o episódio mais embaraçoso da minha vida (pelo menos quando costumo dar barracas só eu e uma ou duas pessoas é que assistem).

segunda-feira, fevereiro 04, 2013

Barracas da Kris e da Mãe da Kris

Melhor do que ser a Kris sozinha a dar uma barraca é ser ela e a mãe. 

Estava eu na Misako a ver um saco com beringela e indecisa entre o beringela e o cinzento e diz a minha mãe, com a senhora da loja mesmo ao lado:

- "Ó filha leva antes este [a apontar para o beringela] que aquele tem as costuras de fora".

E diz a senhora da loja em espanhol:

- "Sabe que o saco é reversível e dá para usar dos dois lados, não sabe?"

Sim, sim, claro, pois então não sabia, estava só era a fazer-me de desentendida... na compra de um saco beringela, ganhei outro cor de pistácio :)

quinta-feira, agosto 02, 2012

É mais uma barraca, é mais uma voltinha

Image and video hosting by TinyPic

Ainda esta semana pensada que há muito tempo que não dava uma barraca... asneira

Estava a almoçar com a malta da empresa, falava-se de consolas, e um colega refere que nunca mais tinha usado a bateria, e eu saio-me com:

"Essas coisas só no inicio é que tem piada, não é? Conheço pessoal que comprou Wiis e WiiFit e passado dois meses nunca mais ligaram aquilo"

Eis senão, quando esse colega revira os olhos e inclina a cabeça para a mulher dele sentada ao lado...

TOING Kris!Estiveste mesmo bem... NOT!

quarta-feira, março 07, 2012

Barraca do dia


psi = lbf/in2

Foi aqui a totó encher os pneus do bat pod... chega às bombas de gasolina e a pressão só estava indicada em bars e libras "por qualquer coisa", sendo que a indicação na mota era de psi, agarro na mota e vou direta para o trabalho, sem encher os pneus.

Comento isto quando chego e ouço com resposta "deixa cá ver se perguntar ao iphone se ele responde, psi é pound per square inch não é?"

E tudo passou a fazer sentido....

quarta-feira, setembro 14, 2011

A barraca discreta



A coisa mais fantástica de dar uma barraca, é dar uma barraca e ninguém se aperceber. Estava a Kris de férias, na varanda do apartamento em frente a praia, descansada da vida de gilette na mão. E eis que diz a Té:

Té: "Tu estás aqui a fazer isto? E se te veem?"

Kris: "Who cares? Ninguém me conhece"

Té: "Olha estão uns rapazes lá em baixo a olhar para ti, não serão os teus colegas"

"Naaa", digo eu sem levantar a cabeça, mas depois levanto... e afinal eram mesmo. Sorte, sorte foi que eles não viram o que estava a fazer.

Ufa!

quarta-feira, agosto 03, 2011

Mega Barracas



Vai uma pessoa almoçar com os ex-coleguinhas, toca de cumprimentar toda a gente com dois beijinhos até que chega o novo colega indiano e faço o mesmo... fica super direito sem se mexer, sem reação e diz:

- I'm not used to do this

Eu coro até à raiz dos cabelos, lembro-me das aulas de Espanhol e lá me consigo sair com um:

"We, latin people, do this..."

É um buraquinho para eu me enfiar sff. Mas como só isso não bastava, nada como revelar dar uma novidade boa sobre outra pessoa, i. é, "um segredo", à frente de toda a gente que ainda não sabe, aqui além de me sentir a corar, ainda enfiei a cara no prato e só não me escondi debaixo da mesa porque parecia mal.

Da próxima quando não for para eu contar algo, por favor, não só não me digam, mas também me impeçam de descobrir.

Obrigada.

A gerência agradece

sábado, julho 23, 2011

Era uma vez um bilhete de metro...

Quem é que deixou um bilhete do metro (com viagens) dentro do bolso nas calças e colocou as mesmas dentro da máquina de lavar? Quem foi?

Saiu de lá assim:


Como disse uma colega, isto foi uma autêntica lavagem de dinheiro.

domingo, julho 10, 2011

Coldplay, Chiado, Belém e barracas



"Os concertos são como os melões, só depois de abertos é que se sabe se prestam ou não"
by Kris

Analiso um concerto pela quantidade de vezes que salto durante o mesmo, e como ao ver Coldplay saltei duas vezes, acho que não valeram o dinheiro do bilhete, infelizmente só no fim é que se sabe. Tocaram as músicas conhecidas, mas quando voltaram para o encore acho que podiam ter dado o rebuçado ao público de voltarem a cantar o Viva La Vida, dado que o público todo estava a cantar a música.

Mas como nem tudo é mau, no dia seguinte deu para:
- passear no Chiado
- almoçar Sushi




- esperar pelo o elétrico para Belém



- tirar esta foto que eu adoro



- descobrir que para ir para os Prazeres é só apanhar o 25 (será o Jardim das Delicias Terrenas?)



- dar um barraca quando estava no elétrico...

Passo a explicar, lá entra uma pessoa toda contente a pensar que aquilo é como num autocarro em que se pode comprar um bilhete ao motorista se o cartão Zapping já não tiver saldo suficiente, mas não. Os elétricos ao que parece servem para chular turistas desprevenidos, um bilhete de bordo custa 2.5€ e só pode ser tirado numa máquina com moedas, como eu não tinha dinheiro suficiente e ia tendo um ataque cardíaco por saber que estava a viajar dentro do elétrico sem bilhete (depois de ter lido que a coima era entre 100 a 150x o preço do bilhete) toca de sair numa paragem e ir comprar uma garrafa de água no supermercado mais próximo por 10 cent com uma nota de 5€.

E lá fui comprar pasteis de Belém :)

- A seguir deu para ir visitar o Museu Berardo, não sendo grande apreciadora de arte moderna, tenho a dizer que foi dos melhores que já vi e ainda por cima a entrada é grátis :D



E como, melhor do que dar uma barraca é dar duas, nada como no regresso apanhar o comboio para o Cais do Sodré, e depois de ver o revisor na carruagem seguinte, reparar que a máquina para validar os bilhetes estava na estação e não dentro do comboio, bahhhhh, toca de sair do comboio, o revisor vem atrás, dá para esconder atrás da máquina dos bilhetes e depois do comboio seguir caminho, lá deu para validar o bilhete e apanhar o comboio seguinte.

Ufa!

quarta-feira, junho 29, 2011

Afinal ainda há cavalheiros por aí



E eu a pensar que já bastava acordar de manhã e encontrar uma invasão de formigas na cozinha, mas não, a manhã iria ficar muito mais interessante.

Foi só pegar na mota, chegar à porta do trabalho e eis que... a mota vai abaixo e já não pegou mais. Após várias tentativas, surge um antigo professor da faculdade para ajudar (não bastava já a minha vergonha) "deve ser um problema no carburador". Como se o facto de a mota não pegar não bastasse, estava com a mota na estrada numa subida. A mota que "só" tem 127 kg e que eu não consigo mover sozinha. Lá envio SMS a um colega a pedir ajuda, depois a outro e depois a mais outro e ao fim de 30 min lá aparece o segundo cavalheiro do dia dia para ajudar a donzela em apuros. Resultado? Mota em cima do passeio.

Problema #2 resolvido. No entanto o principal subsistia e é neste momento que chega o terceiro cavalheiro e carrega no botão e.. A MOTA PEGA À PRIMEIRA. A serio, só eu.

E como eu gosto do provérbio do "és como o Narciso, quando chegas já não é preciso", chega o "Narciso", o primeiro colega a quem enviei SMS, que percebe de motas, que lá me explicou qual tinha sido o meu problema (que eu nem vou dizer qual foi). Mas como gosto sempre de pensar positivo tirei três coisas boas disto:

Coisa #1: Apesar da vergonha, pelo menos deixei o ego de alguém inchado para o resto do dia.
Coisa #2: Arranjei qualquer coisita para escrever no blog
Coisa #3: da próxima vez já sei o que fazer.

E ainda dizem que não há cavalheiros hoje em dia...

sexta-feira, abril 22, 2011

A barraca mais recente


Adriana Lima - Victoria Secret Fashion Show 2010
daqui

Nota futura:

Não voltar a entrar numa loja e dizer:

"A lingerie aqui é tão, mas tão parola!"

Mesmo que seja acompanhada de um rapaz, nunca se sabe quando ele vai dizer que a namorada costuma lá ir às compras...

PS: By the way, se houve loja nos EUA que me desiludiu foi a Victoria Secret, tanto show, tanto show, e para além de cada soutien custar 50 dólares, não gostei de nadinha... prefiro 100x a Intimissimi ou a Vanity Fair, sendo que a primeira custa metade do preço da VS e a segunda... o problema está mesmo no preço...

quinta-feira, abril 07, 2011

Esta foi de corar...




... até à raiz dos cabelos. Ora, estava a Kris a falar de uma terceira pessoa, que não estava na sala, com as colegas (curiosamente nem estava propriamente a falar mal) blablablabla, quando saio da sala e passado um bocado vejo o dito cujo a sair da sala também:

Eu: "ele estava na sala?????"
Colegas: "sim, não tinhas reparado? Nós fizemos sinal. Também não era nada de mal"

Às vezes sou tão tótó. Naaaaaaaaaaaaa, não era nada de mal, só disse que ele tinha feito um comentário relativamente à minha pessoa que era "olha, afinal ela até é culta" e que no fundo, no fundo, eu não tinha achado muita piada.

E nesse momento, eu senti-me literalmente a corar até à raiz dos cabelos, a minha cara fervia, depois respirei fundo, e entrei na minha sala, é que... a pessoa em causa... é o meu colega da frente.

Será pedir muito que para a próxima coloquem um letreiro gigante no ar? A gerência agradece.

É mais uma barraca é mais uma voltinha, são os chamados "feitos da Krise".

quarta-feira, janeiro 05, 2011

Primeira barraca do ano


Como já tinha referido no dia 2 dei a primeira barraca do ano, mas tinha me esquecido de dizer qual era.

Ora, uma pessoa recebe umas colunas para o iPod, mas quando coloca as colunas em cima da mesa, as ditas não se seguram de pé. Toca de ler o livro de instruções (sim, eu leio livros de instruções desde o dia em que ao ler o do forno, descobri que ele se lavava sozinho), verificar se há mais qualquer coisita que se tenha que aparafusar ou assim, mas nada.

Então pega-se nas colunas e no talão, vai-se à FNAC e quando se mostra o problema em 5 segundos (para mim até pareceu só meio) a senhora roda dois suportezinhos que estavam na parte de baixo das colunas... et voilà.

Que vergonha! Saí da loja mais depressa do que lá entrei...

quarta-feira, dezembro 08, 2010

Um momento à Kris

E porque não sou só eu a dar barracas giro-giro é quando estamos a almoçar e um ex-coleguinha diz "depois quando for no jantar de natal..."

E eu: "errrrr, eu já não trabalho na tua empresa".

Rimo-nos todos e o autor da barraca diz logo "foi um momento à Kris!"

Acho que tenho de registar o termo :)

quarta-feira, novembro 10, 2010

Barraca pelo ar...

Vai uma pessoa almoçar com as amigas, quando está a contar as histórinhas que aconteceram na capital e no caminho de regresso (que incluíam uma intoxicaçãozita) quando alguém decide dizer "não podemos vir almoçar contigo, só contas..." e de repente toda a água que eu ainda tinha na boca sai projectada a alta velocidade pulverizando a mesa toda... eu confesso que me consigo controlar nestas situações, mas hoje devia estar em dia não.

Só espero que não estivesse nenhum conhecido sentado na mesa do lado, ai ai Kris.

terça-feira, outubro 26, 2010

Bugs de Kris (*)



Há mini-barracas, há barracas e depois há o supra-sumo "O Grande barracão" também apelidado de "meter a pata na poça". Enquanto que as primeiras acções decorrem de situações em que eu faço figura de tótó, mas sozinha, a última geralmente envolve terceiros a que lhes falta uma determinação informação, a qual eu me encarrego de fornecer à borla, completamente alheia a outras situações que possam ocorrer.

Posto isto, já toda a gente devia saber que eu sou perita nas situações acima mencionadas, por isso de forma a evitar principalmente "patas na poça", quando for para eu estar calada é favor avisarem com antecedência.

A gerência agradece.

(*) A definição "Bugs de Kris" tem créditos da Délinha, após eu ter metido mais uma vez a pata na poça.

sexta-feira, setembro 17, 2010

Desta vez foi uma mini-barraca

Detesto andar no hipermercado à procura de algo que durante anos esteve no mesmo sítio e depois decidem trocar. Ontem andava eu à procura de tostas, encontro um senhor e pergunto:

Eu: "Podia-me dizer onde estão as tostas?"
Ele: "Na padaria"
Eu: "Mas não costumavam estar no corredor das batatas fritas?" (esta era a parte em que eu podia ter estado calada)
Ele: "Sim, mas no ano passado as tostas e o pão de forma passaram para a padaria..."


OK... é bom sinal, é sinal que não compro tostas, nem pão de forma, nem batatas fritas.

segunda-feira, agosto 23, 2010

Barraca de fim-de-semana

Vai uma pessoa a casa à pressa buscar um vestido para a sobrinha que sujou o que trazia com gelado de chocolate e descobre umas quantas horas depois que lhe vestiu uma camisa de dormir...

Bem achava que aquilo era um vestido um bocado esquisito e que mais parecia uma bata, mas ela também não se queixou...

quinta-feira, julho 22, 2010

Pergunta do dia




Pergunta do dia: Há mais gente que não sabe que existe uma coisa chamada "Ecografia às partes moles" ou eu só eu que quando ouvi tal coisa me fez pensar numa ecografia a algo completamente diferente?

Escusado será dizer que, infelizmente, toda a gente à minha volta sabia o que era e que eu corei até à raiz dos cabelos...