domingo, abril 14, 2013

Não sou só eu que dou barracas

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No edifício onde trabalho as casas de banho são partilhadas por várias empresas que estão alojadas nesse edifício. Cada uma contém lá dentro 4 cabines individuais, mas daquelas em que as portas são abertas por cima e em baixo, ou seja, literalmente... ouve-se tudo.

Estava eu numa das casas de banho, ouço alguém entrar para a do lado e passados uns segundos mais outra pessoa entra e pergunta:

- Cristina, estás aí? (era uma colega minha)
- Errrrr... sim -  respondo eu estranhando a questão, dado que tinha ouvido que mais outra pessoa se encontrava ali ao lado e nós só costumamos falar em tal espaço, quando não há mais ninguém a ouvir.

Mas como a minha colega não reparou, entra para outra das cabines e diz:

- Não achas que o Fonseca está muito mais antipático? Ele agora passa por mim e já não diz nada.

- Ó Joana, eu acho que nós não estamos sozinhas...

Mais uns segundos e ouve-se da outra cabine:

Joana, fica descansada que eu não sei quem é o Fonseca - tratava-se de uma senhora que trabalha noutra empresa, nesse momento eu respirei fundo, ufa...



Nota: os nomes nesta história foram alterados para manter o anonimato.