Um craveiro numa água furtada
Cheira bem, cheira a Lisboa
Uma rosa a florir na tapada
Cheira bem, cheira a Lisboa
A fragata que se ergue na proa
A varina que teima em passar
Cheiram bem porque são de Lisboa
Lisboa tem cheiro de flores e de mar
Cheira bem, cheira a Lisboa
Uma rosa a florir na tapada
Cheira bem, cheira a Lisboa
A fragata que se ergue na proa
A varina que teima em passar
Cheiram bem porque são de Lisboa
Lisboa tem cheiro de flores e de mar
Sempre gostei de ver as marchas de Lisboa na TV, gosto das músicas, das coreografias, das roupas, ainda me lembro quando vivia com a minha irmã e todos os anos ela gozava comigo por ver as marchas, é algo que não tem muito a ver comigo mas não sei porquê, sempre achei piada.
E os anos foram passando e todos os anos dizia "para o ano vou ver as marchas ao vivo"... e 2010 foi o ano :)
A partida começou estação de comboios em Coimbra-B, onde apesar das obras (e de eu sempre ter detestado uma estação de comboios onde a entrada principal é directamente para uma linha, para não falar de outras coisas) vi a "coisa mai linda" até hoje em tal obra de Engenharia, um grafitti a preto e branco fantástico, só foi pena a distância da foto (e a câmara do telemóvel, pormenores):
Já em Lisboa, fomos ao Jardim da Estrela, nunca lá tinha estado e adorei a visita, nunca diria que em pleno centro de Lisboa existia uma pérola destas:
À noite foi altura de comer sardinha assada no Bairro Alto, beber capirinhas XL que de caipirinhas não tinham nada e ir dançar para a Bica ao som de Quim Barreiros e José Cid e tenho a dizer que: "A Bica é linda!"
Foi o momento alto da noite quando uma banda tocava ao vivo a meio das escadas e centenas de pessoas de amontoavam a dançar (nota futura: da próxima levar as doc calçadas para não sentir das pisadelas).
Seguiu-se uma longa caminhada até Alfama, onde a música em Brasileira, mas não deixava e haver muita cerveja e sardinha na mesma, eu na loucura até comi uma fartura, que escândalo.
Quando foi altura de apanhar um táxi para "casa", caminhamos até ao Marquês de Pombal, ainda conseguimos apanhar o resto das marchas e ver a Mouraria a desfilar.
Por esta altura eis que chega a revelação da noite, quando o Huguinho já se queixava do cansaço eu disse-lhe para ele não se queixar porque se vivessemos em Lisboa, ia-o obrigar a ser marchante, e não é que ele diz que preferia ter participado nas marchas a andar o que andámos a pé?
Para terminar um fim-de-semana em grande, a cereja no topo do bolo: taça triple choc na Haagen Daz com vista para o Parque das Nações.
Escusado será dizer que depois disto tudo consegui dormir a viagem toda de comboio no regresso :)E os anos foram passando e todos os anos dizia "para o ano vou ver as marchas ao vivo"... e 2010 foi o ano :)
A partida começou estação de comboios em Coimbra-B, onde apesar das obras (e de eu sempre ter detestado uma estação de comboios onde a entrada principal é directamente para uma linha, para não falar de outras coisas) vi a "coisa mai linda" até hoje em tal obra de Engenharia, um grafitti a preto e branco fantástico, só foi pena a distância da foto (e a câmara do telemóvel, pormenores):
Já em Lisboa, fomos ao Jardim da Estrela, nunca lá tinha estado e adorei a visita, nunca diria que em pleno centro de Lisboa existia uma pérola destas:
À noite foi altura de comer sardinha assada no Bairro Alto, beber capirinhas XL que de caipirinhas não tinham nada e ir dançar para a Bica ao som de Quim Barreiros e José Cid e tenho a dizer que: "A Bica é linda!"
Foi o momento alto da noite quando uma banda tocava ao vivo a meio das escadas e centenas de pessoas de amontoavam a dançar (nota futura: da próxima levar as doc calçadas para não sentir das pisadelas).
Seguiu-se uma longa caminhada até Alfama, onde a música em Brasileira, mas não deixava e haver muita cerveja e sardinha na mesma, eu na loucura até comi uma fartura, que escândalo.
Quando foi altura de apanhar um táxi para "casa", caminhamos até ao Marquês de Pombal, ainda conseguimos apanhar o resto das marchas e ver a Mouraria a desfilar.
Por esta altura eis que chega a revelação da noite, quando o Huguinho já se queixava do cansaço eu disse-lhe para ele não se queixar porque se vivessemos em Lisboa, ia-o obrigar a ser marchante, e não é que ele diz que preferia ter participado nas marchas a andar o que andámos a pé?
Para terminar um fim-de-semana em grande, a cereja no topo do bolo: taça triple choc na Haagen Daz com vista para o Parque das Nações.













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