domingo, maio 02, 2010

Paris v2.1 - As fotos

Da outra vez que fui a Paris choveu o tempo todo, no entanto apesar de a viagem estar "estragada" apaixonei-me pela cidade-luz e desejo de voltar ficou no ar. Desta vez esteve sol o tempo todo: sou uma sortuda! Fica o relato dos momentos passados:

- O Jardim:


Versalhes tinha ficado na TODO list, o jardim dava para ser visitado em 2 dias, e a meu ver é bastante mais interessante do que o palácio, dá para nos perdemos durante horas e horas e nunca nos fartarmos.

- A fonte:


Ficou a faltar o passeio romântico de barco a remos...

- A entrada do metro:



Art deco? Art nouveau? Não interessa, gostei! Pena as estações por dentro estarem tão mal cuidadas.

- A maior desilusão:



Como muita gente já me tinha avisado da desilusão da Mona Lisa, já nem estranhei, assim para mim foi mesmo "The Lacemaker" de Vermeer, o quadro é tão pequeno, mas tão pequeno que nem dei por ele (este sim, conseguia caber dentro da carteira).

- A segunda maior desilusão:



Nos filmes ouvia sempre falar de MontMartre: o bairro dos artistas. Foi uma desilusão. Subir durante tanto tempo, para o bairro se restringir a uma praça cheia de esplanadas de café e com uns quantos artistas a vender quadros e fazer caricaturas, não é nada agradável.

- O bilhete que não valia assim tanto a pena:



Arco do Triunfo: 9€ para subir 3000 (?) degraus a pé, para se chegar lá a cima e pensar "mais vale gastar mais dinheiro e ir à Torre Eiffel".

- O doce:




Estava eu a descer de MontMartre quando passa por mim um rapaz a comer um cupcake e a emitir gemidos como se estivesse em êxtase, (muito melhor que o anúncio do champô), continuo a descer a rua e descubro a loja, o cupcake era bom mas daí a ser assim tão maravilhoso ainda faltam muitos quilómetros, o meu conselho para o rapaz "you're doing it wrong, man!"

- A Igreja:



Já tinha visitado o Sacré Coeur da vez anterior, vale a pena a subida, a vista é fantástica e a igreja também (e eu, que nem sou católica, adoro)

- A maior surpresa:


O museu Rodin, já no último dia em jeito de "fica perto dos Invalides" e para ocupar a manhã, fomos visitar o museu: adorei, adorei, adorei! Sem palavras. Sou uma grande fã de pintura e acho que foi a primeira vez que visitei um museu só de esculturas, as estátuas essas tinham sido estudadas a História há mais de 13 anos e ao vivo são 40x melhor.

- O quadro preferido:


"Count St. Genois d'Anneaucourt" de Christian Chad no Centro Pompidou. Não conhecia o pintor, não sei explicar, mas adorei toda a mística que envolve o quadro, a pena, o sinal nas costas, os olhares...

- A ponte preferida:







A pesar de a ponte mais famosa de Paris ser a "Ponte Neuf", foi a "Ponte des Arts" que me captou a atenção, amigos a fazerem piqueniques no meio da ponte tal como nos filmes: vinho, copos de pé altos, toalha ao xadrez: também quero!!!

- A sala:


A sala dos Espelhos em Versalhes. Imponente, majestosa, tal como nos livros.

- Afinal é assim-assim:



Tanta expectativa para provar os macarons, e afinal: não achei nada de especial. E porquê? Porque não gosto de amêndoa e basicamente isso é a base da massa. E fui à melhor loja de Paris (dizem por aí) a Ladurée.

- O "UAU":



Fiquei estupefacta, "marabilhada" como diria o Jó. "O Beijo" de Rodin, impressionante, de deixar cair o queixo. Se as estátuas em bronze que estão no jardim já me tinham feito compreender o porquê de Rodin ser tão famoso, foi ao entrar na casa e ver "O Beijo" que fiquei boquiaberta, nem as fotos nem as palavras conseguem descrever o impacto causado quando se vê ao vivo. Para mim foi a melhor experiência de toda a viagem.

- O "fica para a próxima":



Como diz a mamã Micas: "temos que deixar sempre qualquer coisa por ver, para a próxima voltarmos". E deixei o museu d' Orsay para a próxima.



E como já tinha subido à torre Eiffel, para a próxima fica uma subida ao cair da noite quando se começam a acender as luzes da cidade-luz.

E assim aconteceu :)

2 comentários:

Kelle disse...

Mas tu foste para Paris sozinha?? Que desperdício rapariga!

Kris disse...

nao, os meus fotógrafos é que quando precisava deles já tinham fugido, e pronto depois habituei me a tirar estas fotos e acabei por achar piada.